9 de mai. de 2026

Manifesto do Recorte: A Arte de Recompor o Mundo. Lohan Henrique

 Manifesto do Recorte: A Arte de Recompor o Mundo


Fazer colagem não é apenas sobre papel, tesoura e cola; é sobre ter a coragem de olhar para o que já está pronto e dizer: "Eu posso fazer melhor". O colagista é, antes de tudo, um arquiteto do caos, um garimpeiro que encontra tesouros onde o resto do mundo vê apenas descarte. Quando abrimos uma revista velha, não vemos páginas, vemos possibilidades. Vemos um céu que pode ser mar, uma estátua que pode ganhar vida e um silêncio que, quando recortado, vira um grito visual.

A nossa poesia nasce na lâmina do estilete. É um processo visceral de "destruição criativa": precisamos rasgar a lógica do óbvio para que o novo possa habitar. É a magia da alquimia moderna, onde transformamos o banal em algo autoral. Cada camada que sobrepomos na mesa de trabalho carrega um peso, uma decisão e uma história. A gente brinca de transformar o mundo com uma tesoura na mão, criando seres de pétalas e cidades de cetim, provando que a beleza real mora na borda branca do papel e na mancha de cola que sela a nossa intenção.

Por isso, o aplauso hoje é para quem tem os dedos sujos de goma e o olhar treinado para o detalhe. É para quem gasta horas em sebos e feiras atrás daquela imagem perfeita que ninguém mais viu. Somos os DJs das imagens, pegando os "samples" da realidade para criar um remix que só a gente consegue ouvir. Colar é o ato de dar um novo destino para aquilo que a história deu como encerrado. É mostrar que, enquanto houver um pedaço de papel e uma ideia na cabeça, o mundo nunca estará completo — ele estará sempre esperando por mais um recorte nosso.

O Recorte Infinito: Por que nunca parar?
A colagem é uma ferramenta multifuncional para a vida. Ela é terapia quando o mundo está confuso, é protesto quando o silêncio incomoda e é puro lazer quando a gente só quer criar algo bonito. Ela nos ensina que nada está perdido para sempre; tudo pode ser reaproveitado, ressignificado e colado de um jeito novo.

Seja para desabafar no papel, para decorar o seu canto ou para gritar uma ideia, a colagem é o seu superpoder de edição sobre a realidade. Por isso, independente do que aconteça, mantenha a lâmina afiada e o olhar atento: nunca pare de fazer colagem. O mundo é grande demais para ficar de uma cor só, e só a gente sabe como juntar os pedaços e criar algo realmente incrível.

Mãos à obra, time! ✂️🖼️🔥


Lohan Henrique

30 de nov. de 2022

6 de mai. de 2021

Jhê Delacroix 'Em Banho Maria' Eduardo Pinheiro .

Lyric-video: Jhê Delacroix

'Em Banho Maria'

é um samba de mesa de Eduardo Pinheiro dedicado à amiga Jhê Delacroix. Composição, cordas e vozes: Eduardo Pinheiro Percussões e coro: Eddy Murphy

JHÊ DELACROIX


 

JHÊ DELACROIX

Collage em Stop Motion em homenagem ao cantor, compositor e cineasta Sérgio Ricardo.

JOJO HISSA. Jordana Hissa

 

Music Video by Jordana Hissa.

 Musica: . Leonardo Marques - The Girl From Bainema

 From the Album "Early Bird" by Leonardo Marques


JOJO HISSA



Carinho do Mar. VIDEO COLLAGE

JOJO HISSA

27 de abr. de 2021

Video collage de JOJO HISSA

 

6 de abr. de 2021


LUIZA ROOS.  Collage. Ja perdeu metade da alma.


LUIZA ROOS. Collage. Pedido

 

5 de abr. de 2021

RUFINO BECKER. Galificio. 2020

RUFINO BECKER. la vie en corridor.  2014
 

13 de dez. de 2020

CELLU LARES 1. Collage. Fernando Fuão. 2020
 

13 de nov. de 2020

 

Lorena Maia Rezende. Travessias. 2018
Ainda na collage é possível somar os afectos e perceptos sentidos na travessia. A recepção do outro, a hospitalidade e hostilidade, o pulsar pacato da cidade pequena, o som dos cavalos pelas vias, a língua portuguesa e o espanhol que colidem e flutuam ao mesmo tempo, os espectros de um cenário de guerra e os espectros de uma luta de classes (…) São visões, vozes, tatos que o corpo recebe e tenta externar em collages, cartografias sensíveis e narrativas que rompem e agregam a estrutura. Dessa forma, em uma linguagem não-espetacularizada, a dissertação busca na história do método, artifícios de comunicação que agreguem na composição do cenário contemporâneo das cidades-gêmeas de fronteira Brasil-Uruguay. 

Ronda 1 . Fernando Fuão.2015
Ronda 3. Fernando Fuão. 2015



 


Redenção. Fernando Fuão. 2003 

 

4 de set. de 2020

OVINIVISION. Collage. Fernando Fuão. 2016

22 de mai. de 2020

ANDERSON PAULINO. Refugiados, da serie Ser Terrestre, 2016, colagem no papel sobre papel, 31,5 x 28 cm.
ANDERSON PAULINO. Chão de pequenos, 2020, colagem no papel sobre papel com edição digital, 42x30 cm.
ANDERSON PAULINO. Preparando o salto, 2015, colagem no papel sobre papel, 25 x 20 cm.

11 de mai. de 2020

Sobreviventes. Collage. Rufino Becker. 2020

AS INCRIVEIS COLLAGES SURREAIS DE
ANA MALACHIAS
http://ekflugo.tumblr.com/

1 de abr. de 2020












guilherme zamboni ferreira. EXCESSOS. collage. 2019







6 de abr. de 2019

Maria Clara Andrade. Collage. sem título. 2019

Maria Clara Andrade. Collage. Sem título. 2019

1 de abr. de 2019

A collage é uma das mais ricas expressões da criatividade! 

Com objetivo de informar através de imagens, ela é uma ferramenta eficaz em abordagens que envolvem a arquitetura, a arte, a comunicação e tantos outros temas.

Neste ela.emcurso o foco é prático, mas os drops teóricos enriquecem o processo de reflexão-na-ação. Serão 6 encontros distribuídos em quintas e sextas-feiras durante 3 semanas, totalizando 18h/aula-experiência com Fernando Fuão, Luciana Fonseca e outros collagistas.

A Escola Livre de Arquitetura aprecia o inesperado, mas com relação ao Manifesto Collage adiantamos uma certeza: vamos aquecer o seu potencial criativo para se manifestar na cidade do século XXI.
Quando: 25 e 26 de abril; 02 e 03 de maio; 09 e 10 de maio.
Quem: Arq. Dr. Fernando Fuão e Arq. Dra. Luciana Marson Fonseca
Onde: Base UFO Plaza- Espaço Andromeda (Av. Alberto Bins, nº 514. Centro Histórico)

18h/ aulas - 30 vagas

*para colagens digitais é preciso levar o notebook.

17 de mar. de 2018

Mar Andromeda
AMIGOS, COMPARTIMOS BABELIA 32, RECOMENDAMOS LOS TEXTOS DE LA POETA Claudia Isabel Vila Molina, ACOMPAÑADOS DE COLLAGES DEL ARTISTA Fernando Fuão, COMPARTAN, COMENTEN, DIVULGUEN!!

1 de set. de 2017

LEE RAY, MAN MILLER. Collage. 2015. Fernando fuão

fernando fuão. As lagrimas de Orwell. 2015

11 de mar. de 2017












































MARIA ANDRADE
"Creating the parrot " - march 2017 

28 de jan. de 2017









 













 O dia que a terra parou Nvezes. fernando fuão. 2015

16 de dez. de 2016

Sandra Lages. MM. 2016
Sandra Lages. Sem título. 2016

23 de ago. de 2016

LAS LLAVES DEL DESEO
Primera exposición del Surrealismo en Costa Rica y Centroamérica.

Las "Llaves del deseo" es la primera exposición del Surrealismo en Centroamérica. La muestra se lleva a cabo  en la ciudad de Cartago del 06 de marzo al 07 de mayo de 2016. Es organizada por la revista de arte y literatura Matérika  (www.revistamaterika.com) dirigida por el escritor, editor y collagista Alfonso Peña y la Fundación Camaleonart, bajo la égida de la artista multidisciplinaria Amirah Gazel, secundada por el colectivo Agorart (Gaetano Andreoni, Ronaldd Muñoz y Miguel Lhole).
La expo fue inaugurada el domingo 06 de marzo  en el Museo Municipal de Cartago y contó con el apoyo de la Municipalidad de Cartago. El Museo de Cartago es una bella edificación de principios del siglo XX y antiguamente fue un presidio y en la actualidad alberga este importante “patrimonio cultural”.
Participan 107 artistas de 27 países y 350 obras .Mencionamos a   Cruzeiro Seixas, Ludwig Zeller, Susana Wald, Leila Ferraz, Enrique de Santiago, Gregg Simpson, Floriano Martins,  Laurens Vancravel, Arnodst Budik,  Beatriz Hausner, Armando Romero, entre otros."Las llaves del deseo",  tuvo la actividad paralela de una variada e importante "Agenda cultural" cuya programación  está adjunta.
La apertura de la expo fue muy emotiva y contó con la participación de la “Orquesta de Cámara” de la Municipalidad de Cartago y el performance del grupo de  danza  "Los seres de luz".
La extraordinaria participación de "Collages", (alrededor de 300), entre los diferentes artistas, fue una expresión muy representativa y orgánica y en conexión total con el Surrealismo, ya que esta técnica en sus diversas facetas es una de las expresiones más "vivas" y “genuinas” del Movimiento. Con esto se reafirma que el Surrealismo es un Movimiento vital,  y está en evolución permanente y que en Latinoamérica tiene una dinámica mágica, ancestral y telúrica. La expo presenta "collages clásicos", "técnicas mixtas",  "ensambles", "digitales" e "instalaciones" y llamativos "poemas visuales".
La "Semana Cultural" tuvo una nutrida participación con conferencias de la enblemática pintora Susana Wald, el poeta Floriano Martins, el psicólogo jungueano Fabio Guevara, la poeta Aglae Margalli, la conferencia del artista Fernando Fuão en torno al "Collage" en Brasil y el lanzamiento del libro  "Paralelo/centrífugo" (Poesía visual) de Amirah Gazel y Alfonso Peña, el evento se cerró con una lectura de poesía colectiva en las "Ruinas de  Cartago", una hermosa y mágica edificación.
Destacamos que la prensa costarricense e internacional le dio una excelente cobertura a la expo y la  misma tiene visitas guiadas para universidades, escuelas y colegios de Costa Rica y durante la semana es visitada y admirada por el público costarricense.
Los organizadores anuncian que en los próximos días estarán lanzando al cyberspacio el catálogo “Las llaves del deseo”, un documento poético, gráfico, y “virtual” con la información pormenorizada de este histórico y magno evento.


FERNANDO FUÃO. marzo de 2016














Foto 1: Alfonso Peña.
Foto 2: Aglae Margalli, Amirah Gazel e Susana Wald

11 de jun. de 2016

Deborah Stevenson
Statuesque - Collage on paper
Sometimes a body feels out of sorts, literally and figurativel.
Statuesque. Collage sobre papel .
As vezes um corpo se sente destrambelhado, literalmente e figurativamente.






























Deborah Stevenson.
Nautral Elements. 6.7.2016. collage on paper